Terça-feira, 1 de Julho de 2008

Ai Yoshi que te portas mal


Foto: Gaspar (mano)

Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

This is my obsession


Paint: Cláudia

Domingo, 15 de Junho de 2008

Yoshi, que cara é essa?


Foto: Gaspar (mano)

Esta é a última foto tirada ao Yoshi antes de iniciar 3 dias de quarentena. A sério, quem mandou o gato andar com pulgas?

P.S. - Mas ele já voltou...

Terça-feira, 10 de Junho de 2008

Aviso

Estimados blogueiros,

O Yoshi foi mandado por 48h para casa do pai, pois o apartamento está neste momento em tratamento de desinfecção. O Yoshi cometeu o crime de aparecer com duas pulgas.
Esperemos que ele volte muito em breve, mais bonito do que nunca.

A irmã do dono do Yoshi

Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

Yoshi foi a Serralves


Domingo, 8 de Junho de 2008

Yoshi gosta de Rock

Foto: Gaspar (mano)

Grande pose, Yoshi


Foto: Gaspar (mano)

Sábado, 7 de Junho de 2008

Yoshi

Foto: Gaspar (mano)

Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

Je vous présente Yoshi

Foto: Gaspar (mano)

Papoilas da Califórnia
























Foto: Cláudia

Papoila
























Foto: Cláudia

Flores do campo


Fotos: Cláudia

Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

Gato(a) siamês

Se tiverem um gato(a) siamês acabado de nascer ou ainda jovem para dar, contactem o 96 *** ****.


Obrigada.

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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Só para avisar que já tenho o gatinho. Obrigada.

Cláudia.

Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

A miúda que Calou o Mundo Por 5 Minutos



Antes de partir de férias e regressar somente em Junho, deixo este vídeo diferente dos vídeos que costumamos postar. Data de 1992. Espero que seja do vosso agrado e que para além da reflexão, também traga um tanto ou quanto de acção.
Até Junho.

Sábado, 10 de Maio de 2008

Chagas
























Foto: Cláudia

Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

Maman, moi et Papa (1976)

Rabelos e Dom Luís I


Foto: Cláudia

Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Nenúfares


Foto: Cláudia

Mr. Lynch

Mr. Lynch surpreendeu-me.

Obrigada :-)

Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Verde Serralves III


Fotos: Cláudia

Verde Serralves II


Fotos: Cláudia

Verde Serralves I




Fotos: Cláudia

Flores Serralves


Fotos: Cláudia

Pedras soltas






















Foto: Cláudia

25 de Abril
























Foto: Cláudia

Sábado, 26 de Abril de 2008

Sandeman


Foto: Cláudia

Caleche


Foto: Cláudia

Vila Nova de Gaia



Fotos: Cláudia

Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Natureza Morta

Natureza morta de Chardin.

No centro, os pêssegos ordenados, empilhados, aprisionados na cesta, era o que primeiro nos surgia, num leve muito leve contraste com o fundo, a parede escura, porque também eles eram escuros, principalmente os que se viam no rebordo da cesta. Havia contudo um pêssego, quase no centro da cesta, no centro do quadro, que clareava, mais claro do que as nozes à esquerda fora da cesta e onde uma luz incidia, ou mais claro do que as groselhas que, do lado direito do pêssego e do lado esquerdo das cerejas, estas encostadas, completavam a matéria orgânica. Havia ainda uma pequena cereja abandonada entre as nozes e as groselhas. A mesa também apresentava um matiz mais claro do que a parede. Mas a luz naquele pêssego era um segredo, como se viesse do seu interior e não do exterior, alguém no meio do nada a querer impor uma fé, um sentido a toda aquela morte. Se os frutos pudessem aguardar alguma coisa, aguardavam apenas o apodrecimento. Separados das suas árvores nada mais poderiam esperar. E um só pêssego parecia contrariar todo o abandono a que aquela breve vida estava votada. E é de abandono a que sempre estive exposto, mas que só agora com a morte do meu tio consciencializei, que esta composição deverá tratar. Por conseguinte, agora é que já não podiam existir quaisquer dúvidas acerca da natureza desta composição. É definitivamente um Requiem: lembrar a Deus as almas daqueles que me morreram. As almas, que para Deus são pêssegos sobre uma mesa.

Natureza Morta
, Paulo José Miranda.

À la mer

A pedido de Mr. Lynch, recoloco um texto escrito no ano passado.

À la mer

Les cheveux épars, les sens foudroyés, je remonte dans le temps recherchant les empreintes de tes pieds. Une voix traînante, imprégnée de lumière, me dit que des gens sont morts lors des guerres des colonies. Des bateaux sur la mer et des mères qui pleuraient, voilà les lambeaux d' un passé tristement oubliés, pour des rêves sans lendemain, des chimères illusoires, des fantômes ahuris par leurs propres phantasmes.
Sous un soleil de plomb, tes lèvres du Maghreb, ta peau mâte, m' ensorcellent paisiblement, à tout jamais, sous les miroitements de l' eau qui frétille, sous ce vent enragé par des amours contrariés.
Assise sur un rocher, les pieds dans le sable, c' est la mer qui divague, avec ses vagues insolentes, qui me narguent, riantes, sous les lambeaux du passé.

Texto: Cláudia


Foto: Cláudia

Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Primavera



Fotos: Cláudia

Quinta-feira, 27 de Março de 2008

As minhas flores preferidas

Foto: Cláudia


Terça-feira, 18 de Março de 2008

Cláudia e a Leitura




Fotos: Papa

Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Cláudia